
Republicando um poema dedicado àqueles que curam minhas feridas, me fortalecem quando minha força falha, que me dão a mão quando o pé resvala e quando saio vitorioso de uma batalha, de braços abertos num abraço me congratulam. Os amigos são os maiores presentes que Deus poderia ter me dado - e tenho de agradecê-Lo todos os dias por eles.
"Amigo dileto das horas incertas
Dos braços que acolhem
Das portas abertas
Dos risos tão soltos
Das mãos extendidas
Tu és como poucos
E vem de outras vidas
Mudou meu caminho
Partilha meus passos
Não ando sozinho
No vasto caminho
Da estrada da vida,
Feliz, sem medida."
Fiz em homenagem a alguns poucos amigos - especiais.
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